PROCERGS – Colegas da Procergs, informes da CT/Sindppd-RS

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Colegas da Procergs, informes da CT/Sindppd-RS

 
– Contribuição Sindical, reflexos da Assembleia Geral da Categoria
 
A assembleia da categoria acolheu nosso sentimento de que neste momento, frente ao ataque da Reforma Trabalhista (estruturada para beneficiar empresas e empresários), para as organizações dos trabalhadores restou como saída possível para manutenção do Sindicato, atuante e com capacidade para representar os trabalhadores em suas necessidades, a autorização para o Sindicato proceder com a realização de mais uma edição (este ano somente) da Contribuição Sindical. Infelizmente, somente o quadro de sindicalizados, não cobre as custas de manutenção do Sindppd-RS, esta realidade terá de mudar ainda este ano, para que no ano seguinte não se tenha mais a contribuição obrigatória, a qual, somos e continuaremos sendo contra. É preciso que o trabalhador este ano ainda, busque a sindicalização. Neste momento o sindicato tem buscado que as empresas atendam a decisão da assembleia da categoria, mesmo que para isso seja necessário recorrer a alternativa judicial.

 
– Resultados das lutas sindicais no bolso dos trabalhadores
 
Decorrente das lutas do sindicato junto aos trabalhadores nas empresas, os resultados se refletem nos acordos e convenções, aqui na Procergs por exemplo, conseguimos na campanha salarial em 2017,depois de uma forte e longa greve, a reposição integral da inflação dos períodos anteriores nos salários. A campanha começou com o GAE querendo cortar mais de 20 cláusulas do acordo coletivo e oferecendo menos da metade do índice salarial pendente, no que conseguimos resistir bravamente, e conjuntamente com os trabalhadores garantimos a inflação total, e a manutenção dos direitos no ACT. Reflexo desta negociação do ano passado, todos os trabalhadores na Procergs tiveram reajustados os seus salários em mais 1% agora neste mês de Março. Ficará faltando 1,28% que será pago em Outubro/2018,  para completar a inflação nos salários. E ainda tem gente pensando que não se precisa ter sindicato, quem pensa assim, pensa com o outro lado (Governo e empresários).

– PPR 2017/2 deve ser pago em Abril de 2018
 
Novamente sem previsão ou planejamento de definição da data (marcas desta gestão ) aguardamos por notícias sobre o pagamento do  PPR 2017/2, que deverá ser pago, conforme consignado em Acordo com a empresa, ainda neste mês, em parcela única. Esperamos que seja pago integralmente desta forma, pois a alegação do governo que não tem dinheiro não é satisfatória. Protelar, parcelar, empurrar com a barriga é uma decisão de atuação e não uma necessidade pois a mesma vem sendo colocada em prática durante todo o “governo Sartori” e seus prepostos, esta farsa em desacordo com a verdadeira realidade da arrecadação e do caixa. Contamos que a empresa haja neste pagamento devido aos trabalhadores da Procergs, com a mesma celeridade com que decidiu sobre o CTRE e a Terceirização dos serviços.
 
 
– No apagar das Luzes, o mínimo para o público, e o máximo para os privados
 
Ainda em 2017 com o Edital 95/2017, a PROCERGS inova novamente, mas para o outro lado, aumentando o nº de pontos de função da fábrica de software, de 5 para 30 mil pontos de função, além de ampliar o Serviço incluindo além do desenvolvimento a manutenção dos sistemas. Rapidez para encaminhar cada vez mais verbas e volumes de serviços públicos para os privados (empresas terceiras), e lentidão para não dizer paralisia na reposição do corpo funcional da PROCERGS por concurso público. Passaremos toda a Gestão Sartori sem repor o quadro de técnicos que sai pelos mais variados motivos, aposentadoria, baixos salários de mercado, quadro de promoções deficitário, planos de demissão incentivada. Saem profissionais e a gestão complacentemente adere ao discurso fraco, mas servil, de que o Estado é quem determina se chama ou não pessoal. A Procergs é muito forte, senão, não resistiria a estas gestões que claramente abdicam do crescimento em nome das políticas criadas para enfraquecer o Estado. São de fato lacunas de crescimento, que a empresa não deveria passar, infelizmente para o futuro de todos nós gaúchos. 
 
Ainda na inovação (negativa) a abertura de Edital de venda do Centro de Treinamento (CTRE). Uma empresa de TI, com um histórico de orgulho nacional, coloca a venda seu patrimônio com justificativas pífias.
 
Realizada a venda, restará a Procergs e a todos os órgãos que utilizam o CTRE, comprar/locar de terceiros espaços para treinamentos, já lançando mão do dinheiro público da venda de salas e de todos os meios necessários para treinamento dos profissionais da casa. Vender um local com o potencial de retorno do CTRE, e levando em conta o gasto que surgirá a partir de sua inexistência nos preocupa. Considerar inviável tamanho potencial é intrigante. Por isto já tomamos as seguintes ações:
Denunciamos na Assembleia Legislativa, a Frente Parlamentar de Fiscalização da alienação dos imóveis do Estado, que busca averiguar e investigar estes atos do atual governo, que não sabendo administrar, bota à venda para se desfazer do problema que é ADMINISTRAR. Encaminhamos também pedido de investigação sobre a venda do CTRE, no TCE, e buscaremos outras e todas as formas possíveis de tentar garantir que o patrimônio da Procergs consiga resistir e chegar inteiro a mais um final (apagar das luzes) de um governo de costas para os seus funcionários. Certamente e com toda a certeza, não nos deixarão saudades.  

 
 
 
CT/SINDPPD-RS

 

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