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Em reunião com representantes do Sindpdd/RS durante o 11º Fisl, o presidente do Serpro, Marcos Mazoni, se comprometeu em buscar uma solução para o dissídio de greve.
Na foto: à esquerda, Vital, da OLT/Serpro do Ceará;. no centro, diretora licenciada Vera Guasso; à direita, Marcos Mazoni.
O diretor do Sindppd/RS, Luis Sá, a diretora licenciada Vera Guasso e o integrante da OLT/Serpro do Ceará, José Vital, se reuniram na manhã desta quinta-feira (22) com o presidente da empresa, Marcos Mazoni, no 11º Fisl (Fórum Internacional de Software Livre) em Porto Alegre (RS). O tema foi o dissídio de greve da empresa, que está aguardando julgamento no TST (Tribunal Superior do Trabalho) e que prejudica diretamente os trabalhadores.
Na conversa, Mazoni informou que está analisando a questão do dissídio. Ele afirmou que poderíamos divulgar aos trabalhadores que está comprometido pessoalmente a buscar uma solução positiva para esta questão.
Esta é a segunda conversa sobre o dissídio de greve que o Sindppd/RS tem com a direção do Serpro. Em Maio, o sindicato havia feito uma primeira conversa sobre esse tema com a presença de Mazoni e Vera Moraes, mas não obteve nenhum posicionamento da empresa.
Sabemos que essa decisão é política e o presidente Mazoni pode tomar a mesma medida que tomou a Caixa Federal, o Banco do Brasil, os Correios e tantas outras empresas públicas que não fizeram o desconto dos dias parados.
Vamos ficar de olho! Enquanto isso, precisamos manter nossa vigilância para que, caso seja preciso, voltemos a fazer pressão novamente e exigir, da direção do Serpro, a desistência do dissídio de greve, que traz perdas à empresa e aos trabalhadores.
Vale lembrar que a categoria aprovou entrar com dissídio econômico, buscando uma mediação do TST por conta da falta de solução para greve de 2009, logo após o vigésimo dia, mas com a greve em andamento. Já o dissídio de greve com pedido de abusividade é uma ferramenta usada pelas empresas e foi encaminhado pelo Serpro no penúltimo dia da greve. Com o fechamento do acordo de dois anos, a Fenadados (federação dos sindicatos de TI do país) concordou em manter este absurdo dissídio de greve no TST.
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