Desmonte da Dataprev está gerando fila de mais de 15 mil atendimentos represados e risco de apagão nos atendimentos da empresa ao INSS

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Após a forte greve da DATAPREV que atingiu 27 regionais, contra a demissão de 494 trabalhadores, o fechamento de 20 regionais e a privatização da empresa, houve acordo no TST para suspensão temporária das demissões e suspensão da greve. O fato novo é que os trabalhadores que voltaram ao trabalho não estão conseguindo exercer as suas funções nas 20 regionais ameaçadas de fechamento, por ordem da direção da empresa. E os problemas se agravam, pois antes da greve o número de atendimentos pendentes era muito pequeno, agora estão em mais de 15 mil. Estes atendimentos eram feitos nas 20 regionais que estão sob ameaça de fechamento.

A política do governo Bolsonaro, especialmente do ministro Paulo Guedes e do secretário Salim Mattar de ataque profundo à empresa, com o aval da direção da Dataprev, é irresponsável com os serviços prestados a população e está colocando o país num verdadeiro apagão. Agora além da gigantesca fila no INSS poderemos ter outros problemas relacionados a falta de atendimentos dos chamados que eram realizados pelas regionais que estão ameacadas de fechamento. Querem precarizar e desmontar para justificar a venda da Dataprev e desmoralizar os servidores públicos do INSS. A situação se agrava pelo fato de que, segundo informações de colegas, tem trabalhadores no Rio de Janeiro que estão sendo demandados pela gerência a fazer hora extra para atuar nestas demandas represadas na área do atendimento.

– Não abrimos mão, a luta é pela manutenção do emprego de todos os trabalhadores
– Não ao fechamento dos 20 escritórios
– Basta de desmonte e privatização da Dataprev e do Serpro

Sindppd/RS e Sindpd/SC FNI e Fenadados e sindicatos filiados

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