PPR da Procergs: programa é alterado sem comprometer direitos

 

Nessa quarta-feira (26/12), aconteceu uma reunião da Comissão Mista do PPR para tratar de alterações no programa que foram autorizadas pelos trabalhadores na assembleia da semana passada. Nesta reunião, ajustaram-se os indicadores para uma apuração anual, sendo necessário, para isso, mudar descrições dos indicadores para não comprometer o atingimento na medição por ano. As metas NÃO foram alteradas.

A comissão mista também revisou os termos de compromissos setoriais e globais. O contrato do PPR ficou com um mecanismo mais seguro para uma possível revisão em algum indicador que seja necessária de ser realizada ainda em 2019.

Ficou garantida a permanência das mães gestantes no programa, um dos encaminhamentos tirados na assembleia dos trabalhadores da semana passada. Em relação à forma do pagamento, o PPR 2019 será quitado em Janeiro e em Julho de 2020.

O novo programa de PPR 2019 negociado ontem na reunião da comissão mista será encaminhado para as assinaturas da diretoria da PROCERGS e dos gerentes setoriais. Após, irá para ser assinado pelo Sindppd/RS, o que deve ocorrer na próxima semana. Por enquanto, encerramos mais esta batalha pela manutenção do PPR, mas precisamos seguir atentos aos direitos dos trabalhadores a qualquer tempo!

 

 

ASSEMBLEIA DOS TRABALHADORES APROVA ALTERAÇÕES NO PPR SEM ABRIR MÃO DE DIREITOS

Na assembleia realizada na tarde da sexta-feira passada (21/12), fotos abaixo e no destaque, os trabalhadores da PROCERGS aprovaram, por ampla maioria, alterações no programa do PPR. A nova proposta aceita pela categoria era síntese das mudanças negociadas pela representação dos trabalhadores na comissão mista do PPR em relação a uma alteração de redação feita pela empresa e GAE.

Desta forma, a assembleia autorizou que o contrato de PPR para 2019 pudesse ser anual, desde que os pagamentos fossem garantidos de serem realizados em Janeiro e Julho de 2020. Os indicadores de apuração, que ainda estavam sendo ajustados com a direção da empresa, seguiriam semestrais. Os demais direitos com relação ao programa do PPR estão mantidos graças à firmeza dos representantes dos trabalhadores na comissão, da CT PROCERGS e do Sindppd/RS em não aceitar tais alterações. A direção da empresa/GAE tentaram, novamente, retirar do programa as mulheres que estarão em licença-maternidade na época, o que não aceitamos!

A assembleia ponderou que as alterações negociadas no programa do PPR, embora prejudiciais aos trabalhadores (NÃO haverá pagamento do PPR em Outubro de 2019), não gerariam perdas tão relevantes que justificassem entrar com uma ação judicial, mesmo tendo os trabalhadores o entendimento de ter razão sobre as garantias da Cláusula do ACT 2018. Ao disputar na Justiça poderíamos levar muito mais tempo para resolver a questão e, ainda, gerando maiores riscos à continuidade do programa.

 

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Fiquem atentos, colegas da PROCERGS! E estejam junto nas convocações e nos chamados feitos pela CT PROCERGS e pelo sindicato!

 

Saudações a todos os trabalhadores que se mantêm constantes na defesa de seus direitos. Que venha 2019

 

 

Sindppd/RS

 




PROCERGS – Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019 da Procergs

 

Colegas,

divulgamos, em nosso site, o ACT 2018/2019 da PROCERGS (Acordo Coletivo de Trabalho) registrado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sob o Número de Registro RS002116/2018.

 

CLIQUE AQUI para acessar o ACT 2018/2019 e fazer o download

 
À luta!

 
Sindppd/RS

 




PROCERGS: Sem luta, não vai ter PPR. Todos à mobilização nesta 5ª feira (20/12), às 15h, no pátio!

 

Trabalhadores realizarão nova ASSEMBLEIA COM MOBILIZAÇÃO nesta QUINTA-FEIRA (20/12), na sede da PROCERGS, em Porto Alegre. Caso a direção da empresa não apresente um contrato para o PPR para 2019 que respeite os direitos dos trabalhadores, também serão estabelecidas novas mobilizações e, inclusive, a possibilidade de GREVE a partir desta 5ª feira.

Vamos lutar pelo nosso PPR, colegas da PROCERGS. Todos e todas ao pátio!

 

Esta foi a deliberação dos colegas que participaram da assembleia realizada nessa terça-feira (18/12) em frente à empresa, na Capital. A CT PROCERGS e o Sindppd/RS expuseram aos colegas, já no início da conversa com os trabalhadores, que a direção da empresa quer alterar unilateralmente o programa de PPR, mesmo este já estando garantido no Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019 (ACT).

A intenção da PROCERGS é estipular indicadores anuais para o PPR sem prévia avaliação, inclusive, dos indicadores e metas, que todos lembram, são semestrais, alterando as datas de pagamento e, assim, não estando mais garantida a parcela que seria paga em Outubro/2019.

Se a PROCERGS não assinar o programa de PPR acordado até 31 de Dezembro, os trabalhadores não terão o PPR de 2019.

Em Abril do próximo ano será paga a segunda parcela deste ano (2018/2), mas em Outubro de 2019 já não teríamos nenhum recebimento caso não seja mantido e assinado o atual programa de PPR semestral.

O PPR é um componente importantíssimo na renda dos trabalhadores da PROCERGS, que não o recebem de graça, pois trabalham duro para prestar serviços e fornecer produtos de TI de qualidade aos governos e à população gaúcha.  É um programa negociado entre as partes, trabalhadores e empresa e, portanto, deve ser CUMPRIDO e RESPEITADO.

 

 

Neste sentido, os trabalhadores presentes na assembleia nessa terça-feira aceitaram por UNANIMIDADE a proposta construída pela CT PROCERGS e o Sindppd/RS para garantir o direito do PPR:

– Foi deliberado por mobilizações, paralisações e greve

– Fazer uma assembleia com mobilização nesta 5ª feira (20/12), a partir das 15h, no pátio, para avaliar o andamento das discussões com a empresa e, se o impasse persistir, iniciar de imediato as paralisações

 

 
Todas as conversas e negociações que os representantes dos trabalhadores têm tido na comissão mista do PPR nos mostram que, sem pressão, dificilmente manteremos o programa. Só com MOBILIZAÇÃO é que vamos fazer cumprir nosso ACT 2018/2019 e obrigar a direção da empresa a manter o programa nas condições hoje previstas.

Está mais do que na hora de arregaçarmos as nossas mangas e irmos à luta pelo PPR. O ano pode estar encerrando, mas a peleia pelos nossos direitos prossegue!

Então, vamos lotar o pátio nesta QUINTA-FEIRA (20/12), às 15h. Todos e todas ao pátio!

 

 

 

Fotos da assembleia dessa terça-feira (18/12):

 

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ASSEMBLEIA COM MOBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA PROCERGS
Nesta QUINTA-FEIRA (20/12) – Às 15h
No pátio da sede da empresa (Porto Alegre/RS)

 

 

 
Sindppd/RS

 




PROCERGS – ASSEMBLEIA sobre o PPR é NESTA 3ª FEIRA (18/12), às 13h30min, na empresa. Participe!

 

Prezados colegas,

estamos encerrando o ano de 2018, mas não é possível dar tempo para a nossa mobilização quando surge para TODOS os funcionários da PROCERGS em relação à esta preocupação com a continuidade do programa de PPR, que merece a atenção ESPECIAL de todos nós.

A empresa, depois de passar de Julho a Dezembro de 2018 negociando na comissão mista o contrato do PPR 2019/1 – ou seja, como sempre e historicamente tratando do “próximo semestre” em metas e indicadores – no apagar das luzes desta gestão traz pra mesa uma mudança para o PPR anual em 2019 (mesmo já estando prontos os contratos de 2019/1 para assinar). O problema desta mudança é que ACABA com o PPR nos moldes que é hoje e transforma o contrato para apuração ANUAL. Ou seja, somente encerraria em Dezembro de 2019 e, consequentemente, dependendo dos resultados alcançados, o pagamento seria em Abril e em Outubro de 2020.

A perda é muito clara e muito cara aos trabalhadores. O PPR já é uma IMPORTANTE componente SALARIAL de todos na PROCERGS, e sua conquista foi em negociação salarial de data-base, se todos lembram bem.

Compareça à ASSEMBLEIA, pois o PPR está em risco. Se não houver assinatura do contrato 2019/1 (conforme veio sendo negociado há meses com a empresa), ficaremos sem e, ainda, na mão da nova gestão, que pode por exemplo NÃO querer negociar, pois o prazo de assinaturas na clausula (13ª) referente ao PPR estabelece que sua assinatura deve ocorrer até 31/12/2018. OU SEJA: estamos correndo um RISCO enorme de ficar sem o PPR a partir de 2019, e isso é muito grave.

Temos que encontrar formas de garantir o programa de PPR 2019, mas é preciso que os trabalhadores estejam MOBILIZADOS para isso.

 

Por isso, participe da ASSEMBLEIA AMANHÃ (TERÇA-FEIRA, 18/12/2018), às 13h30min, no portão da frente da PROCERGS.

 

TODOS LÁ! Ou podemos perder nosso PPR!

 

ASSEMBLEIA DOS TRABALHADORES DA PROCERGS
Nesta TERÇA-FEIRA (18/12) – às 13h30min
Em frente à empresa

 
Participe!

 

CT PROCERGS e Sindppd/RS

 




PROCERGS – Assembleia nesta 3ª feira (18/12), às 13h30min, para debater e deliberar sobre o PPR

 

Colegas da PROCERGS,

 

nesta TERÇA-FEIRA (18/12), às 13h30min, teremos uma ASSEMBLEIA DE TRABALHADORES no pátio da sede da empresa em Porto Alegre (RS). Na pauta, o nosso PPR. 

 

Divulgamos abaixo o edital da assembleia. Aguardamos todos e todas no pátio!

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À luta, colegas da PROCERGS!

 
Sindppd/RS 

 




PROCERGS – Decisão judicial favorável aos trabalhadores sobre PARCELAMENTO DO PPR 2016/2. Importante vitória do Sindppd/RS!

 

Em recente decisão (hoje pela manhã, dia 11/12), a assessoria jurídica do Sindppd/RS teve nova vitória, em segunda instância no TRT4 (Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região), em ação em nome dos trabalhadores da PROCERGS. Esta decisão diz respeito ao recurso impetrado pelo sindicato no processo contra o PARCELAMENTO do PPR (2016/2).

Na 1ª instância, o juiz deixou de julgar o mérito sobre o parcelamento afirmando que já havia transcorrido todo o parcelamento quando da data em que o mesmo manifestou sua decisão. No recurso, o jurídico do Sindppd/RS conquistou decisão favorável de que o PPR não pode ser parcelado, pois o parcelamento o descaracteriza como Programa de Participação nos Resultados, conforme a Lei Federal relativa às implementações de PPR e o acordo de resultados assinado com a empresa. O parcelamento do PPR faz com que os valores passem a ser verbas salariais mensais e, portanto, passíveis de incidências dos reflexos legais em FGTS, 13º, férias, repouso semanal etc.

Ainda cabe recurso da empresa em relação à decisão da turma do TRT, mas a decisão favorável aos trabalhadores é muito importante para mostrar que nem o governo, nem a direção da PROCERGS podem alterar datas de pagamento conforme lhes convêm, passando por cima da lei e do direito dos trabalhadores e dos acordos assinados com as representações. A expectativa dos trabalhadores é de que a empresa se ajuste à decisão do TRT4 e pague imediatamente a parcela ainda devida do PPR 2018, e NÃO use mais a figura do parcelamento do PPR aos trabalhadores.

Atualmente, a PROCERGS está pagando também, de forma parcelada, o PPR 2018, que está sendo objeto de nova ação do Sindppd/RS. O trâmite dos dois processos pode ser acompanhado pelos trabalhadores no site do TRT4 pelos seguintes números:

 

Referente ao parcelamento do PPR 2016/2: 0020564-32.2017.5.04.0013 
Referente ao parcelamento do PPR 2018: 0020992-04-2018-5-04-0005

 

 

 

 

Abaixo, divulgamos foto da decisão em acordão que nos foi encaminhada pela assessoria jurídica, uma vez que a decisão do TRT4 ocorreu em julgamento há pouco realizado e, portanto, a referida decisão ainda não está publicada.

 

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À luta,

 
Sindppd/RS

 




PROCERGS – Trabalhadores exigem cumprimento do programa de PPR

 

Com ampla participação, trabalhadores e as trabalhadoras da PROCERGS estiveram presentes na assembleia de quarta-feira (28/11) na sede da empresa, em Porto Alegre (RS). O momento foi de decidir sobre o que fazer com o valor da contribuição sindical já descontada no início deste ano e pendente em depósito judicial feito pela PROCERGS, mas também debater as alterações no PPR e atualizar as informações sobre as ações judiciais que estão com posicionamento favorável à categoria.

 

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Ainda tivemos a presença do formador sindical Sebastião Carlos Pereira Filho (Cacau, foto acima), que conversou sobre os impactos da Reforma Trabalhista e as perspectivas para o próximo período. Passado 1 ano da Reforma Trabalhista, foram gerados pouco mais de 800 mil empregos com carteira de trabalho assinada, mas a renda média do trabalhador diminuiu. Além de não ter impactado na redução do desemprego, as alterações nas leis trabalhistas reduziram os ganhos dos trabalhadores e precarizaram as condições de trabalho nas empresas. Para a frente, o que se vislumbra é um aperto fiscal mais severo para reduzir os déficits dos estados e da União via privatizações de empresas públicas, a Reforma da Previdência, o arrocho de salários dos funcionários públicos e cortes em investimentos em áreas vitais como saúde, educação e segurança. Nossa saída, alertou Cacau, é nos organizarmos junto aos nossos sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais para construir a resistência.

 

Veja mais sobre as questões de conjuntura trazidas por Cacau no painel apresentado no Sindppd/RS nessa 5ªfeira (29/11) neste link:

 

 

 

 CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PARA O SUSTENTO DO SINDPPD/RS E PARA A ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES

 

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O primeiro ponto foi a contribuição sindical (antigo imposto sindical), que foi recolhido neste ano pela direção da PROCERGS em cumprimento à decisão judicial, a qual não repassou ao Sindppd/RS e optou por depositá-lo em juízo. O Sindppd/RS propôs, aos presentes na assembleia, que fosse autorizado abrir tratativas na ação judicial em andamento para que os valores sejam revertidos para o sindicato, afinal é dinheiro dos trabalhadores e, já que foi recolhido, a diretoria avalia que deveria ser empregado na melhoria do trabalho que vem sido feito em defesa dos trabalhadores da PROCERGS e na organização e na luta da nossa categoria. Aos trabalhadores sindicalizados, que contribuem mensalmente com o sindicato, o Sindppd/RS faria um compensação da mensalidade por mais 1 mês, caso cheguemos a acordo na ação. Vale lembrar que o sindicato já havia isentado os sindicalizados da mensalidade de Junho/2018, compensando o desconto que estavam sendo feitos pela empresa como recolhimento da contribuição sindical.

Os colegas presentes na assembleia concordaram com a proposta do sindicato, aprovando-a por unanimidade. É uma mostra de que a categoria está compreendendo a necessidade de termos um sindicato FORTE e ATUANTE para defender nossos direitos e ajudar na organização dos trabalhadores. São os trabalhadores assumindo a sustentação financeira do Sindppd/RS!

 

 

 

ALTERAÇÕES NO PROGRAMA DE PPR

 

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Diretores do sindicato e um colega que integra a comissão mista do PPR relataram que a direção da PROCERGS pretende mudar a forma de apuração do programa e, também, o seu pagamento, passando para ANUAL. Com isso, os trabalhadores somente receberiam o PPR de 2019 após apurado o atingimento das metas, em duas parcelas, a partir de Janeiro de 2020. Esta proposta é unilateral da empresa e implicaria na alteração de todo o programa, que hoje é estruturado em avaliações e pagamentos semestrais (2 vezes ao ano).

De forma geral, os trabalhadores criticaram essa postura da empresa e a proposta de alteração. Afinal, a PROCERGS, mais uma vez, está desrespeitando o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e o próprio programa de PPR negociado na comissão com os trabalhadores. A mudança proposta também não garante que o PPR vá ser cumprido ao estar estruturado anualmente, uma vez que os indicadores e metas utilizados no programa são semestrais, e não podem ser alterados para anual sem um estudo e acompanhamento mais aprofundado, pois os termos SEMESTRAIS  já estavam sendo encaminhados para assinaturas. Neste momento, não há tempo para reestruturar os mesmos. A empresa apresentou a proposta de mudança na segunda-feira (26/11).

Atualmente, a empresa está pagando o PPR 2018/1 de forma parcelada, em 3 vezes, contrariando a Lei Federal e o previsto no programa e no ACT assinado neste ano. E agora, ao apagar das luzes da gestão, nos surpreende com mais esta arbitrariedade, que vem em prejuízo aos trabalhadores. Aceitar esta condição seria abrir mão de receber o PPR em Outubro de 2019, o que é um absurdo por conta de tudo o que foi acordado com a empresa.

A representação da CT PROCERGS alertou também que esta proposta de alteração, feita às pressas pela empresa, é para desviar a nossa atenção das irregularidades cometidas em relação ao PPR. A cada ano a direção vai descumprindo o programa e arrastando o seu pagamento, gerando um sentimento de “fato consumado” entre os colegas. O PPR foi um direito conquistado pela luta dos trabalhadores e não devemos abrir mão dele!

Ficou muito clara a posição dos trabalhadores na assembleia, de não aceitar essas alterações propostas pela empresa. Os funcionários da PROCERGS exigem o cumprimento do programa da forma que foi acordado e o cumprimento do Acordo Coletivo. Caso a irregularidade persista, faremos nova assembleia sobre o tema para deliberar sobre ações junto ao sindicato para garantir a manutenção deste direito nas formas e prazos que historicamente vem sendo praticado na empresa.

 

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AÇÕES JUDICIAIS COM DECISÕES FAVORÁVEIS AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS

Foram dados informes sobre as ações coletivas do sindicato, mais especificamente as que já temos decisões favoráveis e que poderão beneficiar um grande número de trabalhadores e de trabalhadoras. Foi falado de uma ação coletiva de 2005 na qual pedimos para que fossem devolvidas as parcelas descontadas pela empresa indevidamente sobre os dez dias de férias vendidos pelos trabalhadores. Esta ação tramitou favorável aos trabalhadores e está em fase de conferência dos cálculos apresentados pelo perito judicial no processo.

Também foi informado de ação com decisão favorável em 2ª instância no TRT4 ( Tribunal Regional do Trabalho) para os trabalhadores da sede da PROCERGS sobre adicional de periculosidade. Esta ação ainda não transitou em julgado, e portanto ainda cabem recursos da empresa.

O sindicato aguarda por decisão liminar sobre ação movida contra a PROCERGS pelo parcelamento do pagamento do PPR.

 

Salientamos que as dúvidas em relação às ações, tanto coletivas como individuais, podem ser consultadas pelos trabalhadores junto aos plantões jurídicos no Sindppd/RS.  Consulte informações no site do sindicato:  http://www.sindppd-rs.org.br/juridico/

 

 

Fique atento, colega da PROCERGS. E participe dos chamados da CT PROCERGS e do sindicato!

 

 

Sindppd/RS

 




PROCERGS – Nesta 4ª feira (28/11), às 13h30min, tem IMPORTANTE ASSEMBLEIA para tratar do PPR, ações judiciais e organizar a defesa dos nossos direitos. Participe!

 

Colegas da PROCERGS,

nesta 4ª feira (28/11), às 13h30min, em frente à sede da empresa em Porto Alegre (RS), teremos  ASSEMBLEIA DOS TRABALHADORES.

Precisamos debater e deliberar sobre a contribuição sindical que foi recolhida dos salários  dos trabalhadores pela empresa, devido ao Mandado de Segurança em Maio de 2018, e que está em depósito judicial vinculado ao processo movido pelo Sindppd/RS e PROCERGS. No entanto, teremos também outros temas fundamentais.

Na assembleia, trataremos de outras questões que atingem especificamente os trabalhadores da empresa. Entre elas a proposta de alteração, por parte da direção da empresa, do programa de PPR, que poderá nos deixar sem qualquer pagamento em 2019. Também abordaremos as ações na Justiça do Trabalho que já têm decisão favoráveis aos trabalhadores.

Esta ASSEMBLEIA terá ainda a participação de Sebastião Carlos Pereira, assessor de formação, para uma conversa sobre o que aconteceu neste 1 ano pós Reforma Trabalhista e para debatermos, JUNTOS, em relação às perspectivas para 2019.

Portanto colegas, a participação nesta ASSEMBLEIA é FUNDAMENTAL. Precisamos fazer um balanço sobre o que passou, o que ainda nos impacta e nos prepararmos para o que está por vir. Vamos nos organizar desde já e ficarmos em alerta.

 

Unidos, nós trabalhadores somos mais fortes! Resistiremos!

 

 
Abaixo, divulgamos edital da assembleia da PROCERGS publicado no jornal Correio do Povo em 23/11/2018:
 

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ASSEMBLEIA DOS TRABALHADORES DA PROCERGS
Nesta 4ª feira (28/11) – Às 13h30min
Em frente à sede da empresa em Porto Alegre (RS)

 

PAUTA:
– Debate e deliberação sobre a contribuição sindical já descontada dos trabalhadores, conforme edital em jornal
– Alterações no programa de PPR propostas pela direção da PROCERGS
– Ações judiciais com decisão favorável aos trabalhadores
– Debate sobre 1 Ano de Reforma Trabalhista e perspectivas para 2019

 

 

Sindppd/RS

 

 




PROCERGS – Informe sobre o parcelamento do PPR 2018/1

 

Ao conhecimento do parcelamento do pagamento do PPR 2018/01 informado pela gestão da empresa por meio da intranet da PROCERGS, a CT (comissão de trabalhadores) e os representantes na comissão mista do PPR (representantes eleitos pelos trabalhadores) contataram e encaminharam a questão ao Sindppd/RS para avaliação. É lógico e incontestável o prejuízo causado aos trabalhadores que já estavam contando com este pagamento da forma que deveria ser, ou seja, em PARCELA ÚNICA em 25/10/2018.

Igualmente está escrito no programa de PPR, em sua cláusula oitava (8ª), que este pagamento é devido em parcela única no mês de Outubro de 2018. Não obstante, também consta esta mesma forma de pagamento na cláusula décima terceira (13ª) do recente pactuado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Lamentável a postura da gestão da PROCERGS pelo não cumprimento do acordado, bem como o comunicado realizado na véspera do pagamento. Diferente do que ocorreu durante a campanha salarial, agora há um sumiço geral dos gestores para explicar o ocorrido, mesmo com o impacto que a mudança do pagamento vá ocasionar aos funcionários da Casa.

Diante desta nova postura injustificável da PROCERGS para com seus trabalhadores, estes conhecedores da situação financeira da companhia e de sua plena condição para honrar com este pagamento de acordo com as leis e o pactuado pelo Acordo Coletivo, novamente obriga o sindicato a tomar as providências cabíveis no caso. Sempre com o intuito de restabelecer o direito ao pagamento integral e na data devida, o Sindppd/RS, na condição de representante legal dos trabalhadores, tomará as medidas necessárias.

 

CT PROCERGS e Sindppd/RS, sempre nas lutas com você!

 




ELEIÇÕES 2018: São os trabalhadores, organizados e em luta, que podem fazer a resistência para garantir direitos

 

Em todos os momentos complexos da vida da classe trabalhadora, o nosso sindicato, assim como muitas outras entidades sindicais e sociais, tem buscado trazer à luz uma posição de alerta. Fizemos isso no processo do recente impeachment e seus significados, que se comprovou no Governo Temer com a consumação da Reforma Trabalhista, a qual surpreendeu o país pelo grau de destruição e rapidez de sua implementação, mesmo com a forte resistência dos trabalhadores com greves geral e marcha à Brasília, em que o Sindppd/RS participou. É natural que nestes momentos difíceis o debate aflore e todos EMITAM SUA OPINIÃO. Assim deve ser numa DEMOCRACIA. Alguns colegas, inclusive, enviaram e-mail ao sindicato com suas avaliações críticas e, também, de concordância.

Temos que lembrar que a história dos trabalhadores brasileiros e de todo o mundo está aí para nos mostrar que NUNCA ganhamos NADA de graça. A melhoria nas condições de trabalho, redução de jornada, aumento de salários e demais direitos dos que temos hoje (e dos muitos que perdemos) foram conseguidos com muita mobilização, abaixo de muita repressão de empresários, de governos e da força policial, que inclusive resultou algumas vezes em perda da vida de trabalhadores.

Assim também aconteceu com os avanços nos direitos das mulheres, na defesa da infância, pelos direitos dos LGBTs, pela igualdade e oportunidade aos negros. Estamos falando de avanços que ocorreram em menos de 200 anos de civilização; aqui no Brasil, as mulheres tiveram direito ao voto apenas em 1932 e, ainda, em pleno século 21, muitas delas recebem salário menor do que o homem na mesma função, precisam sustentar famílias sozinhas e sofrem violência dentro de suas próprias casas. Há 200 anos, crianças trabalhavam em fábricas com 12, 13 horas de trabalho. Há pouco mais de 100 anos, negros eram escravizados, vivendo em condições subumanas; morriam ao serem torturados fisicamente ou de tanto trabalhar. E quando foram “libertos”, NÃO receberam NENHUMA indenização; sem ter dinheiro e onde morar, deram início a boa parte das favelas mais antigas do Rio de Janeiro. Só para dar um exemplo.

Tudo isso, há 200 anos. No máximo, há 4 gerações de nossas famílias. E tudo isso NÃO MUDOU DE GRAÇA. Teve MUITA LUTA ORGANIZADA dos trabalhadores, das mulheres, dos negros, pelos direitos das crianças. A formação da sociedade brasileira, assim como em todo o mundo, é desigual, e essa desigualdade permanece até os dias de hoje – e, nos últimos anos, cresceu de forma assustadora. Ainda hoje encontramos situações de trabalho análogas ao regime de escravidão.

As eleições são um momento importante, pois seus resultados irão refletir diretamente no cotidiano dos trabalhadores. No entanto, todas as lutas sociais das quais já falamos ocorreram fora dos governos, e foram elas que geraram as mudanças. Por isso, não acreditamos em “salvadores da pátria”, que surgem nas eleições prometendo “livrar o Brasil de todo o mal” e melhorar a nossa vida da noite para o dia. Precisamos refletir com muita tranquilidade sobre tudo isso que estamos vivenciando!

 

 

Haverá novas tentativas de retirada de direitos para aumentar o lucro dos grandes grupos empresariais. Vamos resistir com luta!

É importante que saibamos que, após as eleições, haverá uma tentativa forte de retirada de direitos com a REFORMA DA PREVIDÊNCIA, a TERCEIRIZAÇÃO irrestrita e PRIVATIZAÇÕES das EMPRESAS E SERVIÇOS PÚBLICOS. Estamos sendo bombardeados diariamente com uma FALSA premissa de TIRAR DIREITOS PARA TER MAIS EMPREGOS, e muitos colegas estão dando crédito a este argumento, mas será que isso é verdadeiro? Em países democráticos sempre ouvimos os economistas dizerem que o que faz crescer a economia é o aumento do emprego, dos salários e dos direitos, pois nesta condição as pessoas passam a ter mais poder de compra, o país arrecada mais impostos e sobra mais dinheiro para garantir a aposentadoria, lembram disso?

Mas desde 2017, as manchetes dos jornais passaram a dizer o inverso, e assim foi aprovada a Reforma Trabalhista que permite, por exemplo, que trabalhadores ganhem menos que o salário mínimo com o Contrato Intermitente. O DISCURSO DE QUE MENOS DIREITOS E MENORES SALÁRIOS AUMENTAM O NÚMERO DE EMPREGOS é UMA MENTIRA. Não podemos nos deixar enganar com esta falsa premissa, pois ela só serve para que alguns gigantes conglomerados econômicos passem a ganhar mais dinheiro às custas de uma maior exploração dos trabalhadores.

É bom que saibamos que várias empresas da nossa categoria, da TI, ainda trabalham 44h por semana. Isso é justo? Enquanto os empresários engordam suas contas bancárias? Por que uma parcela dos trabalhadores precisa ter jornada de trabalho extenuante? Sabemos ser humanamente impossível produzir por 8h48min de segunda a sexta-feira. Estudos comprovam que a redução da jornada não diminui a produtividade, e em muitos casos faz até aumentar!

Algum trabalhador vai aceitar perder os poucos direitos que ainda tem por meio da decisão de parlamentares, na maioria corruptos, que ganham mais de R$ 33 mil reais por mês (fora outros privilégios, os ganhos podem chegar a mais de R$ 100 mil) e que não abrem mão de seus polpudos ganhos com dinheiro público? Vamos continuar aceitando que grandes empresários não paguem Imposto de Renda, enquanto nós somos cobrados na fonte? Até quando eles vão tirar nossos direitos e explorar os trabalhadores?

O que pode garantir uma vida digna para os trabalhadores e tirar milhões de pessoas do desemprego e do sofrimento é a MANUTENÇÃO DOS DIREITOS E GARANTIA DE DEMOCRACIA para continuar a luta. Isso já foi provado pela história.

O fato é que, independente do resultado das eleições, o Sindppd/RS estará junto em defesa dos direitos dos trabalhadores, e acreditamos que a categoria estará na defesa desta importante ferramenta, que é o sindicato.

NÃO NOS ILUDAMOS, COLEGAS! O que é REAL é a nossa FORÇA.

 

Por isso, precisamos estar atentos, unidos e mobilizados para defender nossos direitos

 

 

Sindppd/RS