SERPRO – Sindpd/SC conquista liminar pela manutenção do direito à flexibilidade no ponto, norma GP 83V3

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SERPRO continua a agir de forma unilateral

 
Temos alertado há algum tempo que a direção do SERPRO, ao alterar normas de forma UNILATERAL e impor condições desvantajosas aos trabalhadores, está se aproveitando da Reforma Trabalhista imposta pelo Governo Temer/empresários para TIRAR direitos dos trabalhadores.
 
 
CLIQUE AQUI para ver o conteúdo da LIMINAR de SC que diz ser direito adquirido o regime de flexibilização, mesmo sem o trabalhador aderir ao banco de horas. A assessoria jurídica do Sindppd/RS está a par e também irá tomar as medidas cabíveis sobre este assunto aqui na Regional     

 

A alteração da norma GP 83 V3, que acabou com a flexibilidade, não é a única imposição da direção do SERPRO. A empresa construiu uma norma sobre o banco de horas, a norma GP 89, também sem negociação, e já liberou a jornada 12×36, que é um enorme RETROCESSO para uma melhor qualidade de vida aos trabalhadores, prejudicando seu convívio social e familiar. Todas as medidas estão sendo tomadas de forma UNILATERAL. O SERPRO e outras empresas parece que estão esquecendo que ainda existe Constituição Federal, direitos adquiridos e que não será fácil impor retrocessos como estão querendo.

Vale lembrar que já aconteceram duas reuniões entre representantes sindicais e empresa, por solicitação dos trabalhadores,  para tentar abrir um processo negocial sobre todas essas alterações unilaterais, mas até agora a empresa não deu sinais de que se propõe a negociar e fazer ajustes ao que está sendo imposto de cima para baixo.

 

 

Uso indiscriminado de TACs: estamos voltando à administração pelo medo?

Estão também aparecendo várias denúncias de colegas de que a empresa está usando de forma indiscriminada do TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – para questões de fácil solução sem a necessidade de punição, tais como pequenas falhas em relação ao registro de ponto e outras questões menores. É a imposição da administração pelo medo, da administração punitiva. Já vivemos isso em outros tempos e não queremos isso de volta. A política do medo é intolerável, não resolve os problemas existentes na empresa e coloca o trabalhador em uma condição de adoecimento. Até quando?

Mas existem caminhos para enfrentar tudo isso. Nos resta denunciar, preparar a resistência e recorrer ao judiciário para tentar reaver direitos, fazendo valer o direito à negociação coletiva para temas que atingem a todo o coletivo de trabalhadores do SERPRO. Outros sindicatos estão tomando as mesmas medidas para defender os direitos dos trabalhadores.

 

Sindicatos e OLTS que constroem a FNI

 
* Texto retirado do BLOG da FNI
 
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