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14 de Junho: GREVE GERAL contra a Reforma da Previdência. À luta!

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Nossa aposentadoria e nossos direitos estão em jogo!

 

O projeto da Reforma da Previdência  (PEC 6/19) do Governo Jair Bolsonaro (PSL) começou a ser analisado pela comissão especial da Câmara dos Deputados. O presidente deste grupo, o deputado Marcelo Ramos (PR/ AM), estima que as audiências ocorram durante o mês de Maio.

É nesta comissão em que os 49 deputados participantes discutirão o texto e poderão apresentar alterações. São necessários 25 votos para que a PEC da Reforma da Previdência seja aprovada no colegiado. Sendo aprovado, o texto irá para votação no plenário da Câmara Federal em dois turnos e, após, segue para trâmite no Senado.

A Reforma da Previdência é o principal projeto encabeçado pelo Governo Bolsonaro, pelo menos neste início de mandato. E é a última trincheira na RETIRADA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES iniciada pelo Governo Temer, que conseguiu liberar geral a TERCEIRIZAÇÃO e implementou a REFORMA TRABALHISTA, chamada de forma infame por “NOVA CLT“. As 3 medidas são consideradas essenciais pelas grandes empresas e banqueiros como forma de combater a crise financeira mundial, a fim de recuperarem suas margens de ganhos e de lucro. E por isso estão na pauta dos governos brasileiros.

A central CSP-Conlutas criou um site em que há várias matérias e dados sobre a Reforma da Previdência, os bastidores no governo e os impactos aos trabalhadores. Está muito interessante! Clique no link para se informar; ajude a divulgar entre seus parentes e amigos! http://www.contrareformadaprevidencia.com.br/

 

 

A REFORMA DA PREVIDÊNCIA PENALIZA TRABALHADORES E MAIS POBRES

O discurso oficial é de que se a Reforma da Previdência não for aprovada, o  Brasil irá parar, então é necessário que todos “contribuam” para que “não nos tornemos uma Venezuela”, como alguns gostam de bradar por aí. Só que essa “contribuição” é totalmente desigual, penalizando o TRABALHADOR e a TRABALHADORA e a POPULAÇÃO MAIS POBRE. Depois de termos os salários achatados e trabalharmos de forma precária com a liberação da terceirização e com a Reforma Trabalhista, agora querem reduzir e até mesmo tirar os benefícios previdenciários e sociais de quem mais precisa e impor que trabalhemos por mais tempo em troca de uma aposentadoria miserável.

Na Reforma da Previdência, parlamentares, militares e alto escalão do Judiciário prosseguirão com seus benefícios intactos. O próprio presidente Jair Bolsonaro já recebe uma polpuda aposentadoria e garantiu o futuro de seus descendentes, colocando 3 filhos na política parlamentar. Eles não serão afetados pela reforma que tanto defendem, mas nós trabalhadores sim!

Nem as terceirizações, nem a Reforma Trabalhista serviram para reduzir o DESEMPREGO, que hoje aflige mais de 13 milhões de brasileiros. Se contarmos os chamados de desalentados, os quais desistiram de procurar emprego, beiramos quase 30 milhões de pessoas sobrevivendo em subempregos e de “bicos” e/ou beirando a miséria. Pelo contrário: a retirada dos direitos via as reformas, aliada à crise financeira, têm empobrecido os trabalhadores visivelmente e a olhos nus.

 

Veja, abaixo, o que perderemos com a Reforma da Previdência:

 

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O Sindppd/RS fez um vídeo curto e bem bacana denunciando o que é o SISTEMA DE CAPITALIZAÇÃO, principal ponto da Reforma Trabalhista do Governo Bolsonaro e que  beneficia os BANCOS. Clique neste link: https://www.youtube.com/watch?v=iI4uP7Fao3Y

 

 

 

GREVE GERAL EM 14 DE JUNHO: a ÚNICA saída dos trabalhadores é ir para as ruas!

Embora tenha se eleito como sendo o “novo” e que mudaria “tudo o que está aí”, as práticas do Governo Bolsonaro têm sido as mesmas que as utilizadas pela “velha política”. Na costura da aprovação da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, o governo ofereceu R$ 40 milhões em emendas para cada deputado que votar a favor.

O lance pela Reforma da Previdência é alto porque é muito dinheiro que será retirado dos trabalhadores para beneficiar as grandes empresas e os bancos. É assim que os governos e os megaempresários combatem a crise financeira: descendo o laço nos trabalhadores e nos mais pobres, que são a maioria da população, para beneficiar os poucos e mais ricos.

A saída REAL para nós, trabalhadores, é irmos à LUTA. Mobilizarmos e irmos para as ruas a fim de impedir mais este duro ataque contra nós e nossos filhos, contra a grande parte da população brasileira. Após os protestos que ocorreram em todo o país no 1º de Maio, as centrais e os sindicatos estão chamando todos e todas à GREVE GERAL CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA EM 14 DE JUNHO.

O Governo Bolsonaro tentou dar o golpe mortal contra a organização dos trabalhadores e os sindicatos por meio da MP 873, mas estamos RESISTINDO DIA APÓS DIA. Sustentados pelos trabalhadores, estamos de pé para lutar contra a Reforma da Previdência.

 

Venha junto, colega da TI. A hora de lutar pela nossa aposentadoria e demais direitos é AGORA. Não dá para deixar para depois!

 

À luta!

 

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA!
EM DEFESA DA APOSENTADORIA E DOS NOSSOS DIREITOS!

 

 

Sindppd/RS

 

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